Dakota Johnson no novo clip de Fifty Shades Of Grey. Bem Ousada!!!

Posted by Andreza Oliveira DreCassia in BDSM, Crônica Sexual, Dicas on 21-01-2015

No clip oficial do filme As Cinquenta Sombras de Grey, a atriz principal do filme, Dakota Johnson, que interpretará Anastacia (a sortuda ;-) tem uma participação bem ousada.

Ela aparece toda amarrada e suspensa, no estilo de bondage, praticado por uma boa parcela dos amantes de BDSM,

screenshot Dakota Johnson

bela cena do clip Earned It

 

screenshot Dakota Johnson

Dakota Johnson bem sensual no clip Earned It

 

Confira o clip todo e depois nos conte se gostou.

5 coisas que você não sabia que o Sexo poderia fazer por você

Posted by Andreza Oliveira DreCassia in Comportamento, Crônica Sexual, Dicas, Sexo on 12-12-2014

Você provavelmente já ouviu o ditado “sexo vende de tudo”, e por isso que as imagens sensuais aparecem com tanta freqüência em anúncios. Mas você sabia que o sexo também pode melhorar o seu negócio… E … a sua carreira?

Sexo e carreira

Muitas vezes pensamos em nossos negócios e vidas pessoais como duas esferas totalmente separadas, mas na verdade o que acontece em casa e no trabalho, muitas vezes estão intimamente ligados. Por exemplo, um dia estressante no trabalho pode mandar você pra casa irritada, e estresse no trabalho pode elevar a pressão arterial e causar tudo, de dor cabeça a insônia.

Da mesma forma, a felicidade em casa pode ter um efeito calmante no trabalho, ajudando-a a tomar decisões mais claras e fazer você menos propensa a sentir-se sobrecarregada com o estresse do dia a dia de trabalho.

Claro, o sexo vende, mas também tem o poder de melhorar a sua vida, se você é uma abelha operária ou o patrão, tanto faz. Aqui estão apenas algumas maneiras de como uma boa vida sexual pode transformar sua carreira:

1. Pessoas que fazem sexo ganham mais.

Aparentemente, há algumas vantagens fora-do-quarto por fazer mais sexo. Uma dessas vantagens é um salário mais elevado, pelo menos de acordo com a pesquisa do Institute for the Study of Labor. O estudo constatou que as pessoas que fazem sexo pelo menos quatro vezes por semana ganham mais dinheiro do que aquelas que estão menos ocupadas com essa tarefa. Parece que a correlação reside no fato de que aqueles que têm mais sexo tendem a ser mais felizes e saudáveis, levando mais entusiasmo no trabalho, tendo melhores decisões e menos discriminação, que por sua vez leva a salários mais elevados.

2. Sexo reduz o stress e prolonga saúde.

O sexo é um dos principais agentes de redução de estresse, o que significa uma melhor saúde e menos dias doente. De acordo com o livro Your Doctor is Wrong(Seu médico está errado) de Sharon Norling, orgasmos freqüentes podem aumentar a expectativa de vida em três a oito anos. Além disso, um estudo realizado pela Universidade do Estado do Arizona mostrou que um comportamento sexual* com um parceiro está correlacionado com menos humor negativo e mais humor positivo no dia seguinte em mulheres de meia-idade.

3. Sexo produz hormônios que melhoram o sistema imunológico.

O que resulta em menor número de dias doente. Dehidroepiandrosterona (DHEA) é um hormônio liberado durante o sexo, e tem uma série de benefícios. Algumas delas incluem benefícios para a saúde, como redução dos sintomas do Lúpus em mulheres e alívio da depressão. Na verdade, o DHEA pode até tirar alguns anos de sua idade real. De acordo com um estudo realizado pela Royal Edinburgh Hospital, as pessoas nos seus 40 anos que relataram ter 50% ou mais sexo do que os seus pares também pareciam ser cerca de 7 a 13 anos mais jovem do que sua idade real, quando julgados por um grupo de estranhos.

E a gente fica aqui – desesperada pelo melhor creme anti-idade – tem remédio melhor hein?!?

4. Não há mais enxaquecas no escritório: A oxitocina é o alívio da dor.

A oxitocina, liberado durante o sexo, também é importante no alívio da dor. Muitas vezes chamado de “hormônio do amor”, a oxitocina também é liberado durante o parto, a fim de aliviar a dor. Com o seu poder para ajudar a aliviar a dor, o hormônio poderia mantê-lo se sentido mais saudável no escritório por exemplo.

5. Empreendedorismo pode realmente melhorar sua vida sexual.

Você está tomando o controle de seu próprio destino, tornando-se um empreendedor, saiba que o sexo também pode te ajudar – pode capacitar mais do que apenas suas perspectivas de carreira. Uma pesquisa recente com empresários encontrou 14% de empreendedores relatando ter mais sexo depois de um dia cheio de trabalho. Por isso, funciona nos dois sentidos – mais sexo pode ajudar a sua carreira com uma melhora na saúde e salários mais altos, e, finalmente, sair por aí e seguir seus sonhos empresariais pode levar a mais sexo.

Você pode pensar que a sua carreira e sua vida sexual são entidades completamente separadas, mas o que acontece em casa e no trabalho muitas vezes podem se cruzar de maneira interessante. Ao passar mais tempo com o seu parceiro, você vai realmente estar melhorando suas chances de conseguir uma promoção ou levar o seu negócio ao próximo nível.

E como eu sempre digo: _ É mais fácil arrumar um emprego do que um marido ;)

E pelo jeito, cuidando dele estou cuidando da minha carreira, olha que coisa boa ….

O que você acha? Você acredita que há uma ligação entre sua carreira e sua vida sexual? Compartilhe conosco nos comentários!

*envolvimento sexual, conquista, sedução.

 

 

 

 

Texto inspirado em uma crônica do Ilya Pozin

Música carregada de Sex Appeal – Inspire-se com o Tango

Posted by Andreza Oliveira DreCassia in Comportamento, Crônica Sexual, Dicas, Sem categoria on 28-11-2014

Fabian_Perez_Tango_in_White
Qualquer dança é sensual, mas o tango é o expoente dessa sensualidade, dançar tango é ficar juntinho, ao  sabor do  ritmo  da música, é um infinito jogo  de sedução.
http://www.sussuluz.com.br

 

Eu adoro esse ritmo, musicalmente falando, gosto muito de alguns tangos, principalmente alguns mais modernos como os do Gotan Project, mas o que realmente me encanta é a dança, com toda essa sensualidade embarcada nas coreografias.
Apesar das letras geralmente triste e com uma melodia por vezes meio melancólica, o ritmo sincopado, com o compasso binário, movimenta a música e desloca a acentuação do ritmo de uma forma única, trazendo uma mescla de drama, paixão, sexualidade e uma certa agressividade que excitam muito espectadores, inclusive essa que vos escreve.
E sem dúvida alguma eu não sou a única porque Hollywood descobriu essa carga erótica desse ritmo há muito tempo, e virou mexeu, tem alguma cena em seus filmes que tiram suspiros das platéias pelo mundo a fora.
Mas aqui viemos para ver a ação e não ler sobre ela certo?!?
Por isso eu separei alguns vídeos que certamente possuem esse erotismo da qual venho falando.
Espero que inspire você a organizar uma noite, ou quem sabe um fim de semana, bem sex, bem hot, bem Pepper.

 

Cena do filme Dança Comigo, com Richard Gere, Jennifer Lopez e Susan Sarandon.


Um Tango eternizado pelo musical Moulin Rouge, no início desse vídeo ainda há uma explicação cheia de licença poética sobre o que é o tango.

El Tango Roxanne from ahlmkim on Vimeo.

E o Tango Santa Maria aparece mais uma vez, agora em uma cena do Filme Vem Dançar, com Antonio Banderas

E mesmo sem o glamour Hollywoodiano o Tango é todo sensual e cheio de paixão.

Vídeo de Mauro Caiazza, Música de Luiz Bravo’s Forever Tango

E agora com todo esse tango no corpo e na mente, agarra o par e tenha um dia cheio de sexo e paixão.

 

PepperBox – Vídeos – Desculpas de mulher

Posted by Alan Borim in Camisinhas, Comportamento, Crônica Sexual, Dicas, Sem categoria, Sexo, Sexo Seguro on 30-09-2013

A PepperBox sempre querendo inovar, traz agora uma série de vídeos, produção própria dos mais diversos temas mostrando como a PepperBox pode melhorar sua vida sexual.

Na cama “ELA” é quem manda…

Posted by Alan Borim in Camisinhas, Comportamento, Crônica Sexual, Dicas, Lingeries, Macho, PepperBox, Sem categoria, Sexo, Sexo Anal, Sexo Oral, Sexo Seguro on 04-12-2012

Essa é uma verdade incontestável, porém quase todos tentam contestá-la.

Você pode ser o garanhão, o conquistador, aquele que leva uma mulher diferente pra cama todos os dias, o “Don Juan”, o verdadeiro comedor…

Você sai, conquista aquela mulher maravilhosa, passa por todos os passos da conquista e a leva pra um motel, ou em casa mesmo e então pensa, “eu sou demais, olha só a mulher que eu conquistei…”

A pegação, os amassos, a mão boba, e você começa a despí-la, vislumbrando suas curvas, sua pele, seu cabelo, seu cheiro e ainda assim você continua se achando o garanhão italiano, então ela começa a se movimentar de forma alucinada, diferente, você se sente no controle segurando-a pelos cabelos, apertando seus seios com força, puxando ela pra perto de você, beijando-a como se fosse a última mulher na face da Terra, ela retribui, te arranha, te morde te diz coisas gostosas ao pé do ouvido que deixam você maluco de tesão, não é…

Só que nesse momento quem está com as rédias do sexo não é você, meu querido garanhão, ela é quem está  no controle, ela é quem dita as regras desse gostoso jogo é claro que ela está esperando que você tome certas atitudes de homem e avance um pouco pra saber até onde você pode chegar, sabe aquela velha história do homem com pegada?

Se você chega e propõe qualquer coisa nova ou diferente na cama e ela murmura um não no seu ouvido, ela pode simplesmente querer testar a sua paciência, sua força de vontade de chegar até lá, testar seus limites, ou simplesmente ela não quer fazer isso que você está propondo e pronto.

“Mas e aí como é que eu consigo fazer aquela posição, ou fazer ela dar pra mim daquele jeito, daquela forma???”

Não existe receita de bolo para qualquer tipo de relacionamento, mas o que existe é a maneira como você encara essa verdade, e age sobre ela.

- Perceba

Ela quer uma pegada dessas, basta você se propor a isso, mesmo ela dizendo não…

Tudo aquilo que você quis fazer, aquelas posições todas, as maneiras de possuí-la, de tê-la em seus braços, tudo o que fez você acreditar que estava no comando, na verdade estava nas mãos dela, perceba isso, ela como uma onda vem parecendo uma simples “marolinha” você acha que nem vai abalar e quando realmente percebe, tarde demais, uma onda gigante cai sobre a sua cabeça e você nem se tocou que acabou de levar o maior “caldo” achando que estava surfando cheio de manobras radicais.

- Aceite.

Aceite que é ela quem manda e brinque com isso, não é pra você simplesmente se conformar com isso e acabar com o delicia no sexo, apenas aceite e faça a sua parte delineando o caminho que ela vai percorrer até chegar ao seu objetivo, que no fim das contas será o objetivo dos dois, o orgasmo.

- Respeite

Nunca, mas nunca mesmo, force a barra na cama com a sua amada ou com a mulher que está lá, você pode até conseguir algo, porém vai acabar ali mesmo e será uma vez só. Então se esforce pra fazer com que ela QUEIRA estar na cama com você, que ela se sinta segura de que você é um homem capaz de segurar toda a sua energia e ela vai se entregar pra você de uma maneira muito mais forte do que aquela maneira que você queria, vai se entregar por inteiro e aí, meu amigo, é bom você ter confiança no seu taco, pau, língua, dedos, corpo inteiro, porque o furacão de tesão que você provocou virá intenso.

Quando você perceber isso e realmente aceitar e respeitar como deve ser respeitado, aí ela o deixará no comando da situação, mas sempre com total liberdade de tomar esse comando de você sem mesmo que você perceba.

Aproveite, pois essa brincadeira é deliciosa.

A iniciação

Posted by FadaDoDoce in BDSM, Comportamento, Crônica Sexual, Dominação, Sexo on 02-05-2012

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A iniciação

Caminhava decidida pelas ruas do centro enquanto relembrava todas as experiências que tinha vivido até aquele dia . Algumas excitantes, outras cômicas, mas, certamente, nada se compararia ao que estava preste a vivenciar. Naquela noite quente de verão, se iniciaria o treinamento.

Cheguei ao local combinado. Ainda havia movimento, pessoas passando apressadas para retornarem a suas casas ou, como eu, a irem se encontrar com seus desejos. Parei. Enquanto aguardava, fiquei a observar, buscando um pouco de distração. Tudo em vão. Meus pensamentos insistiam em tomar outro rumo, tudo me levava a lembrar o que estava preste a acontecer.

Ansiosa, aguardei mais alguns minutos e, mesmo antes de vê-lo, pude sentir sua presença, sua aproximação, tal como um imã a atrair-me. À medida que se aproximava, meu nervosismo foi sendo dissipado. Já ao meu lado, cumprimentou-me. Sorri discretamente. E por vontade, instinto ou natureza, toquei sua mão e levei-a ao encontro de meus lábios, beijando-a delicadamente.

Seguimos caminhando alguns minutos e logo chegamos no local.
Entramos. Fiquei parada no meio da sala, olhos baixos. Ele se aproximou, tocou meu queixo, fazendo-me erguer os olhos (por certo me percebeu receosa) e sussurrou-me ao ouvido: “vamos lá cadelinha…”
Sentou-se numa poltrona, acendeu um cigarro e, após algumas tragadas, ordenou que eu me despisse.

Ao ouvir tal ordem meu corpo estremeceu. Apesar de saber que isso é comum e também necessário, tive que vencer a timidez. Esse seria somente o primeiro desafio que teria que vencer nessa noite.

Nada dizia, apenas observava… Acredito que se divertia assistindo aquele duelo entre minha timidez e meu desejo. Continuou por alguns instantes me observando. Sentia meu rosto cada vez mais rubro, ao mesmo tempo em que tremia. Enfim, uma mistura de sensações, sensações inéditas e excitantes.

Depois de algum tempo, para mim longo e torturante, levantou-se, tocou meu ombro com a ponta dos dedos que deslizaram por meus seios até os mamilos. Suas mãos passaram a percorrer todo meu corpo, explorando-o. Sua presença, seu toque, a idéia de meu corpo lhe pertencer, a cada minuto tudo me excita cada vez mais e mais. Com uma das mãos segurou-me pelo pescoço e, com a outra, de uma maneira mais forte e libidinosa, minhas ancas…. Levou meu corpo para perto do seu e selou sua posse com um beijo.

Afastou-se. De soslaio, observei que retornou com alguns objetos. Entregou-me um deles para que eu o colocasse em meus tornozelos. Prendeu outro semelhante em meus pulsos.

Agora, aproxima-se novamente. Traz uma coleira em suas mãos. Meu corpo todo se arrepia. Volto meu olhar para o chão e, como uma cadelinha obediente e submissa, ergo meus cabelos e logo a sinto presa e justa ao meu pescoço. Sua mão desliza em torno da coleira, do meu pescoço. Sinto o cheiro e a aspereza do couro, que pela primeira vez toca minha pele.

Afasta-se. Senta-se novamente e com um sinal chama-me. Aproximo-me, ainda um tanto acanhada pela nudez. Não me diz nada, mas sei meu lugar. Ajoelho-me a seus pés. Sento-me sobre os calcanhares e submissa diante dele, mantenho meus olhos abaixados, assim como minha face.

Sua voz sai suave, profunda e rouca. Começa a dizer-me como espera que deva me comportar. Explica com seriedade, paciência. Fala-me do que lhe agrada, de seus desejos, da liturgia que terei que cumprir. Aos poucos, sua voz apazigua meus receios, descarta minha timidez. Já mal me dou conta que estou completamente despida. Ouço tudo com atenção e calada, procurando absorver todos os ensinamentos.

Depois de dito isto, fecha os olhos, respira fundo, abre os olhos e sorri. O mundo se reduz àquele instante e esta é uma imagem que sempre terei em minha mente. Eu de joelho aos seus pés e seu sorriso.

Descruza as pernas, afastando-as. O que vejo a minha frente é o meu espaço, um ninho onde desejo pousar meu corpo, meus desejos e minha alma. Com um gesto de seu olhar percebo que é ali que me quer. De joelhos aproximo-me. Estou entre suas pernas. O corpo, percebo que treme levemente. Não, não é mais medo ou timidez. É apenas o desejo desperto por estar assim tão próxima.
Próxima o bastante para sentir-lhe seus cheiro a preencher meu olfato. Próxima o bastante para sentir o calor que emana e que contraditoriamente me faz arrepiar.

Falou-me algo, mas não me dei conta, pois estava um tanto perdida em meus devaneios.

Sua mão segura meu queixo. Um pouco mais rispidamente do que antes o fez. E é isto que me faz perceber-me mais sua. Encolho-me. Não atrevo a dizer-lhe, pedir-lhe ou implorar para que repita a pergunta. Apenas abaixo os olhos, tentando desviar-me de seu olhar. Contudo, como um pássaro já entregue ao encanto da serpente, meu coração bate aflito, mas não devo e não desejo afastar-me.

Quando me dou conta, sua mão já estala em minha face. Ela queima, não só pela violência do tapa, mas, principalmente por vergonha de poder tê-lo decepcionado. Meus olhos marejam. Tento mostrar-lhe minha fortaleza, mas as lágrimas teimam, inudam e descem suavemente pela minha face.
Sua mão agora acaricia a pele quente. Seus dedos secam a face recém molhada. A outra mão afaga meus cabelos. Tenho vontade de implorar por sua desculpa, por seu perdão. Dizer-lhe que desejo ser, que sou sua cadelinha. Sua mão afaga meus cabelos, apertam minha nuca e faz com que me aproxime mais.

Estou entre suas pernas, sua mão a afagar-me como um bichinho que lhe é agradável. Então, por um minuto, deito minha cabeça em seu colo. Seu calor seca o que resta de minhas lágrimas.

Seu polegar pressiona minha nuca. Não me machuca, apenas faz com que fique atenta a quem pertenço, a quem devo saciar as vontades e desejos. Pressiona. Dança. Ritma. E eu entrego-me ao seu adestramento. Meu rosto se cadencia, segue o ritmo de seus dedos por sobre minha nuca. Fico ali inebriada a acariciar-lhe com meu rosto. Sua mão solta minha nuca, mas continuo. Sei que lhe agrado assim.

A boca saliva, meu corpo treme, arde. O cheiro de seu sexo e o contato com sua excitação me fazem gemer baixinho. Aproximo-me daquele ninho sedenta pela néctar que me alimenta como mulher e submissa.

Logo após, ordena que eu fique de quatro e, ao seus sinal, aproximo-me. Sua mãos percorrem minhas costas, acariciam meus cabelos, coxas, até alcançarem meu ventre. Seus dedos vasculham-me, tateiam o corpo que agora lhe é entregue. Mapeiam sua propriedade e sentem minha excitação, o prazer que me umidece e que começa a invadir meu ventre, minha alma. O prazer brotando, brotando da vergonha, da submissão, do respeito, do temor, do calor de suas mãos. Surpreendida, permaneço calada, mas sem conseguir conter a respiração que torna-se ofegante.

Entrego-me ao turbilhão de sensações que invadem meu ser neste instante. Retorno da minha viagem quando sinto suas mãos firmes segurando-me os cabelos e jogando-me sobre uma mesinha.

Prostrada sobre a mesa, afasta minhas pernas, apalpa com vigor meu sexo e penetra-me enquanto morde minha nuca, libertando meus gemidos. Gemo pelo prazer, gemo pela dor de ser invadida. Gemo por sentir seu falo quente a penetrar-me, rasgando minha carne

Sinto o prazer escorrer por minhas pernas, seu cheiro invadir o ambiente e logo evaporar-se no calor da noite e de nossos corpos.
Prestes a explodir em gozo, puxa-me pela nuca e aproxima seu rosto. Cerro os olhos, ordena que lhe olhe. Sou incapaz, o prazer naquele momento é tão intenso, inédito e visível em meus olhos que tenho receio de compartilhar tal sensação tão pecaminosa com aquele que me toma.

Com certa rispidez a mesma ordem chega agora com um vigoroso tapa em minha perna. Não aguardo o próximo. Olho em seus olhos e agora vejo o que deseja. Sei que seu desejo e meu dever é entregar-lhe meu gozo, o meu gozo que a partir desse instante lha pertence.

Depois de gozar intensamente, meus instintos me guiam. Submissa e entregue, aos seus pés, plena de corpo e alma, inclino-me e beijo amorosamente primeiro o chão por onde passou, depois seus pés.

E aos pés daquele a quem me entrego, sussuro agradecendo:

- Obrigada, meu Senhor !

Fêmea

Posted by FadaDoDoce in BDSM, Comportamento, Crônica Sexual, Sexo, Vela on 26-04-2012

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Me comanda

O mês já findava quando nos foi possível passar algum tempo juntos. 5 dias. 5 desejados, esperados e sonhados dias. O local escolhido para tal foi uma casa de campo no interior do estado. Convenientemente distante da cidade mais próxima, o que nos dava total privacidade.

Cheguei ao local marcado, mas meu Senhor não estava lá. Com a manhã já no fim, anunciando o dia quente, restou-me apenas esperá-lo, quieta e obediente ao sol.

Distraída, observando o movimento aguardava meu Senhor, o Dono de minha vontade, desejo e corpo. Absorvida por uma infinidade de pensamentos, só me dou conta de sua presença quando sua sombra cobre-me. Um arrepio percorre meu corpo, sua proximidade, seu cheiro, sua energia faz-me pulsar frenética.

Viro, beijo-lhe as mãos. Mestre segura-me pelo queixo e leva meus lábios ao encontro dos seus, beija-me com sua característica firmeza.

Até o momento, nada nos diferenciava de outros tantos casais que ali também se encontravam. Estávamos alegres, dispostos e com certeza meus olhos brilhavam de felicidade.

Conversávamos. Bastaram alguns minutos para que seu semblante mudasse. Seus olhos brilhavam diferentes e um sorriso, entre maroto e sarcástico, brotou-lhe nos lábios.

Logo vem a ordem para me colocar de joelhos aos seus pés. Obedeço, levanto meus cabelos com uma das mãos, a coleira de couro grossa envolve meu pescoço e suas mãos a atam. Fico surpresa por sua ação, o toque do couro, bem ali, em público.

Ao sentir a coleira pressionando levemente meu pescoço, tudo se torna mais marcante, o sentimento de ser possuída, de ser propriedade, objeto de prazer de Mestre fica aflorado, assim como a feminilidade, o ser fêmea no sentido mais instintivo que a palavra possa expressar. Esqueço dos que nos rodeiam, nada ou ninguém supera ou interfere na minha felicidade.

A brisa tem aroma diferente, o corpo emana o calor da excitação e o toque de Mestre faz-me estremecer. Sou sua, meus desejos são os seus desejos, meu prazer é o seu prazer. Entrego-me aos seus desejos de forma plena, só há verdadeira entrega quando esta é completa. Meu único desejo é ser verdadeiramente sua.

Já na estrada seguimos nossa pequena viagem. O dia estava agradável, o sol já ameno e o perfume do campo era refrescante. Sentia-me totalmente feliz e realizada por estar ali com meu Dono e Senhor. Conversamos sobre várias coisas, a paisagem, algumas notícias, assuntos comuns e amenos…

Sentia-me exaurida, não só pelo cansaço da viagem, mas, principalmente, pela ansiedade do convívio que teríamos e pela tensão de ter meu prazer refreado. Há 10 dias não gozava, não me tocava sensualmente e, até mesmo, evitava tais pensamentos. Afinal, foram as ordens de meu Senhor. Suplício meu, desejo de meu Senhor para que eu me disciplinasse.

Chegamos finalmente ao refúgio. Não há nada mais aconchegante do que estar nos braços daquele que deseja te usar e cuidar. Mesmo quando esses mesmos braços são instrumentos de seu martírio.

Descemos do carro, a guia é pressa a coleira e coloco-me na posição de cadelinha, Mestre me puxa para dentro da casa . Senta-se numa poltrona e acaricio seu pênis com meus lábios, sinto-o enrijecer em minha boca, poderia ficar horas ali satisfazendo Mestre.

Logo recebo a ordem de aguardá-lo para receber a primeira série de spank. O açoite torna-se doce porque dele surge seu prazer, único objetivo do meu servir. Porém, por mais que sinta prazer em servi-lhe, receber tal ordem sempre causa-me aflição, sentimento esse que procuro não deixar transparecer, esforço inútil. Mestre sabe e diverte-se com meu desespero, permaneço de frente para a parede por alguns instantes, que mais parecem uma eternidade, sei que naquele momento está escolhendo o objeto de meu martírio.

Logo descubro da forma que me cabe qual foi sua escolha, sinto as tiras do chicote de couro atingir minhas nádegas. Golpes iniciais brandos que vão num crescente até queimarem minha carne.

A medida que os golpes tornam-se mais fortes, meus gemidos começam a se libertar, procuro manter-me serena, mas o ardor me desespera, resta concentrar-me, esperar até que Mestre tenha seu desejo saciado e agradecer-lhe por ser seu objeto de prazer.

Os golpes cessam. Mestre aproxima-se, acaricia, aperta a carne dolorida, arranca os gemidos que ainda tenho forças para soltar, meu corpo deseja desfalecer, minha alma anseia por ser possuída.

Ouço o ruído já tão conhecido e antes que tenha tempo de qualquer reação, a vara que segundos antes cortava o ar, agora estala em minhas nádegas. Uma, duas, três, muitas vezes. Perco a conta, sinto os vergões altos e doloridos que desenham minhas ancas. Novas carícias, alguns gemidos, muitas lágrimas a escorrer por minha face.

Mestre ordena que fique de quatro. Seu falo quente e úmido penetra, rasga-me a carne. Sinto um filete de sangue a escorrer pela brutalidade que me toma. Mas, nem todo ardor faz-me distanciar da alegria de saber que naquele momento sou simplesmente sua fêmea, sua cadelinha.
Fodida, entregue e feliz, sua.

O líquido quente a escorrer-me por entre as pernas delata o prazer que transborda de meu ser. Minhas costas desenhadas por suas unhas. Gozo, simplesmente gozo, um gozo pleno livre de preconceitos, repleto de prazer. O corpo estremece, tem movimentos involuntários e incontroláveis. Ele não me pertence, meu gozo pertence a Ele, assim como meu corpo e alma.

De joelhos meus lábios voltam a acariciar-lhe, suas mãos me conduzem, ora me fazem sufocar. Minha língua movimenta-se freneticamente em busca do néctar que nasce de seu gozo.

Sinto seu corpo estremecer. Sugo cada gota que brota. Seu sabor invade meu paladar e degusto de seu gozo como um prêmio.

Suas mãos agora não mais conduzem, afagam sua cadelinha que permanece aos seus pés. Seus lábio esboçam um sorriso satisfeito, os meus imitam e os conduzo até seus pés, beijando-o e agradecendo pela honra de servi-lo.

Crônica Sexual II – Ela

Posted by Léo Beck in Comportamento, Crônica Sexual, Sexo on 23-04-2012

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Um grito agudo e estridente a acordou. Assustada, mal abriu os olhos e já estava de pé, num pulo, sem pensar, e foi correndo ao quarto da filha – coisas que só uma mãe entende. Sua pequena dormia tranquilamente. Ah, ótimo, que alívio, está tudo bem. Mas, quem gritou? Sua filha sonhara? Ela própria sonhara?

Voltou para o quarto, onde seu marido dormia, tranquilo, seu sono incrivelmente pesado. Olhou para o relógio, que mal passara da primeira hora do dia. Incrível como seu marido nunca acordava, por nada, para nada. Ele nunca fazia nada. Nunca ajudava em nada. Inútil! Por que ela ainda estava casada com ele? Nem ela sabia ao certo.

Sentiu um ronco no estômago e perdeu sono.

Decidiu ir para a sala e tentar relaxar ao lado da janela, debruçada no escuro para não revelar sua nudez, vendo a noite daquela rua agitada onde morava. Adorava morar ali, perto de tantos bares legais. Talvez por isso ainda estivesse casada, para não ter que mudar dali, onde podia ver os carros passarem, as pessoas entrando e saindo dos barres, rindo, conversando e se divertindo. Ah, como é bom ser jovem, solteiro e sem preocupação. Precisava descer. Precisava comer alguma coisa.

Voltou para o quarto. Colocou um short jeans qualquer, um chinelo de dedo, uma regata branca e, por cima, uma camiseta, também branca, com gola em “V”, do Velvet Underground. Passou no banheiro, arrumou o cabelo de qualquer jeito, preso mesmo, mais fácil, passou lápis, batom e perfume porque, né?, vai descer na rua que está agitada, cheia de gente bonita, jovem, arrumada e ela não podia fazer feio.

Chegando lá embaixo, o porteiro dormia sentado, debruçado sobre a mesa, como sempre. Só ela, naquele prédio, não tinha o sono pesado? Passou pela porta do prédio. O bar onde costumava comprar uma cerveja de emergencia, um bar velho, simples, para quem gosta de cerveja e não da badalação, era vizinho do prédio, à direita e fechava tarde. Por isso, rumou à esquerda. Seria bom passear um pouco.

Passou por três quarteirões e, no caminho, por duas vezes, alguém mexeu com ela. Dois homens, cada um e um bar diferente. Bonitos, até. Quer dizer, ah, não podia exigir muito. E mexeram! Não estava tão mal, afinal. Nem tão velha. Mas ela os ignorou. Era casada e nunca fora dessas mulheres que traem. Ao final do terceiro quarteirão, atravessou a rua e voltou pela calçada oposta. Só queria ver um pouco do movimento. Nada demais.

Entrou no velho bar vizinho ao prédio, pediu uma latinha de cerveja, e se sentou ao balcão. Os salgados gordurosos não a animaram. Desistiu de comer. Logo no primeiro gole, tão bom, tão gelado, tão reconfortante, ela sentiu-se arrepiar. Sorriu.

Saiu à rua com a lata de cerveja na mão e decidiu dar mais uma volta.

No final do quarteirão ficava o bar onde o primeiro cara tinha mexido com ela. De relance, parecera bonito. Não custava nada passar em frente ao bar mais uma vez, para vê-lo melhor. Sim, ele ainda estava lá, sentado, dentro do bar com alguns amigos. Seus olhares se cruzaram. Ela ficou vermelha, olhou de lado e resolveu voltar para casa. Quase em frente ao prédio sentiu alguém a segurar pela cintura.

“Não precisa fugir. Não mordo. Não sempre.”

Surpresa, ela sorriu.

“Como você se chama?”, ele perguntou.

Ela se virou para ele e devolveu a pergunta.

“Qual é o seu nome?”

“Carlos.”

“Carlos, se você não morde, o que você quer exatamente?”

Ela foi enfática e direta, o que o desconcertou.

“Olha, eu sou casada, tenho uma filha de quatro anos, moro aqui do lado, e da janela do meu quarto, onde meu marido está dormindo, dá para esse bar. Não sou dessas. Não traio meu marido. Nunca traí, nunca trairei”, disse um pouco alterada.

“Você é linda.”

“Não. Eu estava dormindo até quinze minutos atrás. Estou toda amassada.”

Ele a puxou pela cintura e colou o corpo dela no dele. Ela tomou um susto, mas antes que ela falasse alguma coisa, ele a beijou.

“Você é louco? Tá pensando o quê? Eu sou casada.”

Ele a beijou de novo. Dessa vez ela se desvencilhou dele.

“Não. Para. Sério. Olha, eu moro ali”, apontou a janela de sua sala. “Assim não. Não posso. Meu marido pode acordar e aparecer ali e me ver…”

Ele a beijou mais uma vez. Dessa vez, deu-se por vencida. Mesmo porque, além do beijo de Carlos ser delicioso, o inútil do seu marido não acordaria nem se duas pessoas estivessem transando na mesma cama que ele.

“Carlos, espera. Aqui, não. Alguém pode ver.”

“Vamos para o bar.”

“Eu moro aqui. Todo mundo me conhece, conhece meu marido. Não.”

“Então… Onde?”

“Carlos, você é um homem destemido?”

“Você não faz idéia.”

“Então vem comigo.”

Ela o pegou pela mão e o puxou. Pararam em frente ao prédio. A adrenalina a lavou. Tentou enxergar o porteiro através do vidro, mas a película escura deixava muito escuro dentro do prédio.

“Espere aqui um pouco.”

Com cuidado, abriu a porta de vidro. Um ronco reverberou pelo saguão: o porteiro ainda dormia. Com um gesto, chamou Carlos para entrar.

“Silêncio, agora.”

Com todo cuidado necessário, delicadamente, chegaram até o elevador. Carlos não estava entendendo direito o que acontecia, mas entrou no jogo.

“Onde a gente está indo?”

Ela sorriu.

“Calma. Você vai gostar, tenho certeza.”

Chegaram ao andar dela. A luz do corredor se acendeu enquanto a porta do elevador se fechava atrás deles. Ela deu um rápido beijo nos lábios dele, tirou a chave do bolso e encaixou na porta.

“Com todo cuidado agora, ok?”

Ele assentiu em silêncio.

Ela entrou em casa seguida por Carlos. Calmamente, fechou a porta. Carlos estava parado, um pouco assustado, conforme seus olhos demonstravam. Ela o levou até a cozinha e encostou a porta que a separa da sala. Sentia o coração na boca. O medo deixa tudo mais gostoso.

“Eu moro aqui. Meu marido tem o sono pesado, não acorda nunca, para nada,” ela disse tirando a camiseta que cobria a regata branca que revela seus mailos, duros.

Ele sorriu.

“Agora, você precisa saber duas coisas: estou sem calcinha e sou toda sua. Você tem camisinha?”

Ele a puxou contra seu corpo. Ela sentiu o pau dele, duro, querendo rasgar a calça enquanto se beijavam. Ela beijou seu pescoço, tirou a camisa dele e ajoelhou. Estava prestes a matar a fome.

Crônica Sexual I – De aluno a professor

Posted by Léo Beck in Crônica Sexual, Macho, Sexo, Sexo Anal, Sexo Oral on 31-03-2012

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Gioavanna já era mulher na época em que eu era um garoto babaca e besta de quatorze anos. Loira tingida, mais baixa que a média, era minha grande conquista. Seus vinte anos me deixavam com a sensação de ser mais adulto e mais homem do que eu era de verdade enquanto sua beleza estonteante me deixava inseguro e apreensivo, como se eu fosse ainda mais juvenil do que eu realmente era. Foi Giovanna quem me iniciou no sexo, que me fez apreciar o gosto do gozo de uma mulher, sempre ligeiramente adocicado, e que me mostrou todos os caminhos para dar o máximo de prazer a uma mulher.

Muitos anos depois, a equação se inverteu. A Bernadete, linda, loira de olhos verdes, era uma simples menina, nada inocente, porém, enquanto eu já era um homem feito, embora ainda mais babaca e infantilmente besta. Nessa época eu já era viciado em chupar uma rosada e deliciosa buceta, mas tinha tesão mesmo era nas aulas de boquete que eu dava par ela: como olhar, como pegar, como lamber, onde lamber, como chupar, como deixar a língua passear pela glande… Ensinei àquela garota a fazer o melhor boquete da minha vida. E amei aquela menina como qualquer coroa em crise de meia idade ama uma pós-adolescente.

Acontece que, graças às deliciosas aulas que eu dava à Bernadete, descobri tardiamente minha vocação de professor e percebi que tinha duas faltas no meu currículo sexual: deflorar uma mulher, ensinando-a todos os truques para virar uma leoa conquistadora, e inaugurar um apertado cú.

Mas me envolvi com Roberta, uma prostituta aposentada, vingativa, que quase nunca me beijava – resquícios da época de vida nada fácil que levara, onde adquiriu o hábito de não beijar nunca –, mas que metia de um jeito tão incrível que, por algum tempo, esqueci da minha vocação.

Logo depois, porém, cheguei até Julieta. Garota jovem, atlética, bem musculosa, dessas que você acredita ser lésbica e imagina um grelo maior que seu pau. Mas não. Julieta tinha uma boca incrível e chupava um pau com uma vontade e um tesão tão grandes que certamente viciava a todos os que passavam por sua boca e, talvez por isso, nunca ninguém a tinha dominado, domado, colocado de quatro e ensinado a ela os prazer de um bom anal. Sorte a minha, que com muita paciência e todo cuidado do mundo, aliados a muito lubrificante anestésico, ensinei Julieta não só a não sentir mais dor com um pau na sua bunda, como também a mostrei a arte de gozar pelo seu tão deliciosamente apertado cú.

Então vieram a Tathiane, a Renata, a Débora, a Carla, a Catarina, a Karina, a Daniela, a Marta, a Marcela, a Marcella, a Andréa, a Ana e mais algumas outas, mas nenhuma casta, nenhuma virgem, nenhuma para ser deflorada.

Até que conheci Pauline, uma morena de longos cabelos negros, olhos verdes, pouco mais de trinta anos, alta, com quadril largo, cintura fina, os peitos mais lindos que eu já vi na vida e com incríveis timidez e insegurança, que a faziam se esconder atrás de seus grossos óculos de grau. Tinha dificuldade de conseguir olhar alguém nos olhos, vivia calada e ruborizava com facilidade.

Quando descobri sobre sua virgindade, obstinei-me. Foram cinco duros meses para conquista-la. Ah, como foi bom ensinar a ela sobre como pegar num pau, como não pegar, para dar tesão, como bater uma punheta, como beijar, como chupar, como ser chupada, como me amarrar, como se deixar amarrar e, finalmente, o que eram os orgasmos de tirar o fôlego e se permitir morrer. Finalmente, Pauline, minha grande contribuição para a sociedade: após dois meses de aulas diárias, nos quais perdi quinze quilos, formei uma verdadeira ninfomaníaca.

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