Crônica Sexual I – De aluno a professor

Postado por Léo Beck em Crônica Sexual, Macho, Sexo, Sexo Anal, Sexo Oral - 31-03-2012

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Gioavanna já era mulher na época em que eu era um garoto babaca e besta de quatorze anos. Loira tingida, mais baixa que a média, era minha grande conquista. Seus vinte anos me deixavam com a sensação de ser mais adulto e mais homem do que eu era de verdade enquanto sua beleza estonteante me deixava inseguro e apreensivo, como se eu fosse ainda mais juvenil do que eu realmente era. Foi Giovanna quem me iniciou no sexo, que me fez apreciar o gosto do gozo de uma mulher, sempre ligeiramente adocicado, e que me mostrou todos os caminhos para dar o máximo de prazer a uma mulher.

Muitos anos depois, a equação se inverteu. A Bernadete, linda, loira de olhos verdes, era uma simples menina, nada inocente, porém, enquanto eu já era um homem feito, embora ainda mais babaca e infantilmente besta. Nessa época eu já era viciado em chupar uma rosada e deliciosa buceta, mas tinha tesão mesmo era nas aulas de boquete que eu dava par ela: como olhar, como pegar, como lamber, onde lamber, como chupar, como deixar a língua passear pela glande… Ensinei àquela garota a fazer o melhor boquete da minha vida. E amei aquela menina como qualquer coroa em crise de meia idade ama uma pós-adolescente.

Acontece que, graças às deliciosas aulas que eu dava à Bernadete, descobri tardiamente minha vocação de professor e percebi que tinha duas faltas no meu currículo sexual: deflorar uma mulher, ensinando-a todos os truques para virar uma leoa conquistadora, e inaugurar um apertado cú.

Mas me envolvi com Roberta, uma prostituta aposentada, vingativa, que quase nunca me beijava – resquícios da época de vida nada fácil que levara, onde adquiriu o hábito de não beijar nunca –, mas que metia de um jeito tão incrível que, por algum tempo, esqueci da minha vocação.

Logo depois, porém, cheguei até Julieta. Garota jovem, atlética, bem musculosa, dessas que você acredita ser lésbica e imagina um grelo maior que seu pau. Mas não. Julieta tinha uma boca incrível e chupava um pau com uma vontade e um tesão tão grandes que certamente viciava a todos os que passavam por sua boca e, talvez por isso, nunca ninguém a tinha dominado, domado, colocado de quatro e ensinado a ela os prazer de um bom anal. Sorte a minha, que com muita paciência e todo cuidado do mundo, aliados a muito lubrificante anestésico, ensinei Julieta não só a não sentir mais dor com um pau na sua bunda, como também a mostrei a arte de gozar pelo seu tão deliciosamente apertado cú.

Então vieram a Tathiane, a Renata, a Débora, a Carla, a Catarina, a Karina, a Daniela, a Marta, a Marcela, a Marcella, a Andréa, a Ana e mais algumas outas, mas nenhuma casta, nenhuma virgem, nenhuma para ser deflorada.

Até que conheci Pauline, uma morena de longos cabelos negros, olhos verdes, pouco mais de trinta anos, alta, com quadril largo, cintura fina, os peitos mais lindos que eu já vi na vida e com incríveis timidez e insegurança, que a faziam se esconder atrás de seus grossos óculos de grau. Tinha dificuldade de conseguir olhar alguém nos olhos, vivia calada e ruborizava com facilidade.

Quando descobri sobre sua virgindade, obstinei-me. Foram cinco duros meses para conquista-la. Ah, como foi bom ensinar a ela sobre como pegar num pau, como não pegar, para dar tesão, como bater uma punheta, como beijar, como chupar, como ser chupada, como me amarrar, como se deixar amarrar e, finalmente, o que eram os orgasmos de tirar o fôlego e se permitir morrer. Finalmente, Pauline, minha grande contribuição para a sociedade: após dois meses de aulas diárias, nos quais perdi quinze quilos, formei uma verdadeira ninfomaníaca.

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Sobre o(s) autor(es):

Léo Beck

Amante do álcool, das letras e do sexo, observa o cotidiano a sua volta e transforma em crônicas ébrias.

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