Cine Sado: A secretária

Posted by FadaDoDoce in BDSM, Dominação on 24-05-2012

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Cine Sado: A Secretária

Ela tem um noivo bonzinho, mas ele é bonzinho demais: quer casar, ter filhos e uma casa com cerca branca.
A primeira vista isso pode parecer tudo o que uma jovem que acabou de sair do sanatório pode querer para o futuro: uma vida tranquila e pacata
Mesmo em sua confusão mental, de alguma forma ela sabe que o que o noivo baunilha lhe oferece não é o que deseja, o que realmente a fará feliz ela só vai descobrir quando conhecer seu novo chefe.

Aii aiii …e esse patrão viu…..suspiro todas as vezes que lembro dele, em primeiro lugar porque é advogado, além de muito charmoso e o melhor de tudo: dominador.

Alguma vez já se imaginou ser possuída presa por cordas à uma árvore num campo aberto?
Pois é, as chances disso acontecer com um baunilha são praticamente nulas.

O filme tem cenas pra lá de excitantes sem dúvida alguma. E apesar de parecer um tanto incoerente para a temática BDSM tem cenas também recheadas de romantismo, isso é claro se você assistir ao filme sem preconceitos, sair um pouquinho que seja da equação e conseguir enxergar todo o erotismo e romantismo que pode existir em levar umas palmadas no meio do expediente.

Apesar disso, o que mais me encanta nisso tudo não são as cenas mais picantes ou as referências às práticas que aprecio.

É incrível perceber a evolução pela qual ela passa no decorrer da trama e na minha opinião é justamente nisso que está o verdadeiro sentido de ser submissa: alcançar equilíbrio! Evoluir a medida em que se entrega e isso é perfeitamente nítido: a jovem, antes desengonçada e porque não dizer desequilibrada mentalmente ao se entregar passa a ser confiante, segura e muitooo sexy.

Tenho certeza que muita gente que ainda não descobriu seu lado submissa ou dominador sentirá fagulhas de tesão dar umas cutucadinhas.

O trailer você pode ver aqui

Mas nesse (apesar da música chatinha) as cenas são mais interessantes:

Enjoy people rs

A iniciação

Posted by FadaDoDoce in BDSM, Comportamento, Crônica Sexual, Dominação, Sexo on 02-05-2012

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A iniciação

Caminhava decidida pelas ruas do centro enquanto relembrava todas as experiências que tinha vivido até aquele dia . Algumas excitantes, outras cômicas, mas, certamente, nada se compararia ao que estava preste a vivenciar. Naquela noite quente de verão, se iniciaria o treinamento.

Cheguei ao local combinado. Ainda havia movimento, pessoas passando apressadas para retornarem a suas casas ou, como eu, a irem se encontrar com seus desejos. Parei. Enquanto aguardava, fiquei a observar, buscando um pouco de distração. Tudo em vão. Meus pensamentos insistiam em tomar outro rumo, tudo me levava a lembrar o que estava preste a acontecer.

Ansiosa, aguardei mais alguns minutos e, mesmo antes de vê-lo, pude sentir sua presença, sua aproximação, tal como um imã a atrair-me. À medida que se aproximava, meu nervosismo foi sendo dissipado. Já ao meu lado, cumprimentou-me. Sorri discretamente. E por vontade, instinto ou natureza, toquei sua mão e levei-a ao encontro de meus lábios, beijando-a delicadamente.

Seguimos caminhando alguns minutos e logo chegamos no local.
Entramos. Fiquei parada no meio da sala, olhos baixos. Ele se aproximou, tocou meu queixo, fazendo-me erguer os olhos (por certo me percebeu receosa) e sussurrou-me ao ouvido: “vamos lá cadelinha…”
Sentou-se numa poltrona, acendeu um cigarro e, após algumas tragadas, ordenou que eu me despisse.

Ao ouvir tal ordem meu corpo estremeceu. Apesar de saber que isso é comum e também necessário, tive que vencer a timidez. Esse seria somente o primeiro desafio que teria que vencer nessa noite.

Nada dizia, apenas observava… Acredito que se divertia assistindo aquele duelo entre minha timidez e meu desejo. Continuou por alguns instantes me observando. Sentia meu rosto cada vez mais rubro, ao mesmo tempo em que tremia. Enfim, uma mistura de sensações, sensações inéditas e excitantes.

Depois de algum tempo, para mim longo e torturante, levantou-se, tocou meu ombro com a ponta dos dedos que deslizaram por meus seios até os mamilos. Suas mãos passaram a percorrer todo meu corpo, explorando-o. Sua presença, seu toque, a idéia de meu corpo lhe pertencer, a cada minuto tudo me excita cada vez mais e mais. Com uma das mãos segurou-me pelo pescoço e, com a outra, de uma maneira mais forte e libidinosa, minhas ancas…. Levou meu corpo para perto do seu e selou sua posse com um beijo.

Afastou-se. De soslaio, observei que retornou com alguns objetos. Entregou-me um deles para que eu o colocasse em meus tornozelos. Prendeu outro semelhante em meus pulsos.

Agora, aproxima-se novamente. Traz uma coleira em suas mãos. Meu corpo todo se arrepia. Volto meu olhar para o chão e, como uma cadelinha obediente e submissa, ergo meus cabelos e logo a sinto presa e justa ao meu pescoço. Sua mão desliza em torno da coleira, do meu pescoço. Sinto o cheiro e a aspereza do couro, que pela primeira vez toca minha pele.

Afasta-se. Senta-se novamente e com um sinal chama-me. Aproximo-me, ainda um tanto acanhada pela nudez. Não me diz nada, mas sei meu lugar. Ajoelho-me a seus pés. Sento-me sobre os calcanhares e submissa diante dele, mantenho meus olhos abaixados, assim como minha face.

Sua voz sai suave, profunda e rouca. Começa a dizer-me como espera que deva me comportar. Explica com seriedade, paciência. Fala-me do que lhe agrada, de seus desejos, da liturgia que terei que cumprir. Aos poucos, sua voz apazigua meus receios, descarta minha timidez. Já mal me dou conta que estou completamente despida. Ouço tudo com atenção e calada, procurando absorver todos os ensinamentos.

Depois de dito isto, fecha os olhos, respira fundo, abre os olhos e sorri. O mundo se reduz àquele instante e esta é uma imagem que sempre terei em minha mente. Eu de joelho aos seus pés e seu sorriso.

Descruza as pernas, afastando-as. O que vejo a minha frente é o meu espaço, um ninho onde desejo pousar meu corpo, meus desejos e minha alma. Com um gesto de seu olhar percebo que é ali que me quer. De joelhos aproximo-me. Estou entre suas pernas. O corpo, percebo que treme levemente. Não, não é mais medo ou timidez. É apenas o desejo desperto por estar assim tão próxima.
Próxima o bastante para sentir-lhe seus cheiro a preencher meu olfato. Próxima o bastante para sentir o calor que emana e que contraditoriamente me faz arrepiar.

Falou-me algo, mas não me dei conta, pois estava um tanto perdida em meus devaneios.

Sua mão segura meu queixo. Um pouco mais rispidamente do que antes o fez. E é isto que me faz perceber-me mais sua. Encolho-me. Não atrevo a dizer-lhe, pedir-lhe ou implorar para que repita a pergunta. Apenas abaixo os olhos, tentando desviar-me de seu olhar. Contudo, como um pássaro já entregue ao encanto da serpente, meu coração bate aflito, mas não devo e não desejo afastar-me.

Quando me dou conta, sua mão já estala em minha face. Ela queima, não só pela violência do tapa, mas, principalmente por vergonha de poder tê-lo decepcionado. Meus olhos marejam. Tento mostrar-lhe minha fortaleza, mas as lágrimas teimam, inudam e descem suavemente pela minha face.
Sua mão agora acaricia a pele quente. Seus dedos secam a face recém molhada. A outra mão afaga meus cabelos. Tenho vontade de implorar por sua desculpa, por seu perdão. Dizer-lhe que desejo ser, que sou sua cadelinha. Sua mão afaga meus cabelos, apertam minha nuca e faz com que me aproxime mais.

Estou entre suas pernas, sua mão a afagar-me como um bichinho que lhe é agradável. Então, por um minuto, deito minha cabeça em seu colo. Seu calor seca o que resta de minhas lágrimas.

Seu polegar pressiona minha nuca. Não me machuca, apenas faz com que fique atenta a quem pertenço, a quem devo saciar as vontades e desejos. Pressiona. Dança. Ritma. E eu entrego-me ao seu adestramento. Meu rosto se cadencia, segue o ritmo de seus dedos por sobre minha nuca. Fico ali inebriada a acariciar-lhe com meu rosto. Sua mão solta minha nuca, mas continuo. Sei que lhe agrado assim.

A boca saliva, meu corpo treme, arde. O cheiro de seu sexo e o contato com sua excitação me fazem gemer baixinho. Aproximo-me daquele ninho sedenta pela néctar que me alimenta como mulher e submissa.

Logo após, ordena que eu fique de quatro e, ao seus sinal, aproximo-me. Sua mãos percorrem minhas costas, acariciam meus cabelos, coxas, até alcançarem meu ventre. Seus dedos vasculham-me, tateiam o corpo que agora lhe é entregue. Mapeiam sua propriedade e sentem minha excitação, o prazer que me umidece e que começa a invadir meu ventre, minha alma. O prazer brotando, brotando da vergonha, da submissão, do respeito, do temor, do calor de suas mãos. Surpreendida, permaneço calada, mas sem conseguir conter a respiração que torna-se ofegante.

Entrego-me ao turbilhão de sensações que invadem meu ser neste instante. Retorno da minha viagem quando sinto suas mãos firmes segurando-me os cabelos e jogando-me sobre uma mesinha.

Prostrada sobre a mesa, afasta minhas pernas, apalpa com vigor meu sexo e penetra-me enquanto morde minha nuca, libertando meus gemidos. Gemo pelo prazer, gemo pela dor de ser invadida. Gemo por sentir seu falo quente a penetrar-me, rasgando minha carne

Sinto o prazer escorrer por minhas pernas, seu cheiro invadir o ambiente e logo evaporar-se no calor da noite e de nossos corpos.
Prestes a explodir em gozo, puxa-me pela nuca e aproxima seu rosto. Cerro os olhos, ordena que lhe olhe. Sou incapaz, o prazer naquele momento é tão intenso, inédito e visível em meus olhos que tenho receio de compartilhar tal sensação tão pecaminosa com aquele que me toma.

Com certa rispidez a mesma ordem chega agora com um vigoroso tapa em minha perna. Não aguardo o próximo. Olho em seus olhos e agora vejo o que deseja. Sei que seu desejo e meu dever é entregar-lhe meu gozo, o meu gozo que a partir desse instante lha pertence.

Depois de gozar intensamente, meus instintos me guiam. Submissa e entregue, aos seus pés, plena de corpo e alma, inclino-me e beijo amorosamente primeiro o chão por onde passou, depois seus pés.

E aos pés daquele a quem me entrego, sussuro agradecendo:

- Obrigada, meu Senhor !

Fêmea

Posted by FadaDoDoce in BDSM, Comportamento, Crônica Sexual, Sexo, Vela on 26-04-2012

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Me comanda

O mês já findava quando nos foi possível passar algum tempo juntos. 5 dias. 5 desejados, esperados e sonhados dias. O local escolhido para tal foi uma casa de campo no interior do estado. Convenientemente distante da cidade mais próxima, o que nos dava total privacidade.

Cheguei ao local marcado, mas meu Senhor não estava lá. Com a manhã já no fim, anunciando o dia quente, restou-me apenas esperá-lo, quieta e obediente ao sol.

Distraída, observando o movimento aguardava meu Senhor, o Dono de minha vontade, desejo e corpo. Absorvida por uma infinidade de pensamentos, só me dou conta de sua presença quando sua sombra cobre-me. Um arrepio percorre meu corpo, sua proximidade, seu cheiro, sua energia faz-me pulsar frenética.

Viro, beijo-lhe as mãos. Mestre segura-me pelo queixo e leva meus lábios ao encontro dos seus, beija-me com sua característica firmeza.

Até o momento, nada nos diferenciava de outros tantos casais que ali também se encontravam. Estávamos alegres, dispostos e com certeza meus olhos brilhavam de felicidade.

Conversávamos. Bastaram alguns minutos para que seu semblante mudasse. Seus olhos brilhavam diferentes e um sorriso, entre maroto e sarcástico, brotou-lhe nos lábios.

Logo vem a ordem para me colocar de joelhos aos seus pés. Obedeço, levanto meus cabelos com uma das mãos, a coleira de couro grossa envolve meu pescoço e suas mãos a atam. Fico surpresa por sua ação, o toque do couro, bem ali, em público.

Ao sentir a coleira pressionando levemente meu pescoço, tudo se torna mais marcante, o sentimento de ser possuída, de ser propriedade, objeto de prazer de Mestre fica aflorado, assim como a feminilidade, o ser fêmea no sentido mais instintivo que a palavra possa expressar. Esqueço dos que nos rodeiam, nada ou ninguém supera ou interfere na minha felicidade.

A brisa tem aroma diferente, o corpo emana o calor da excitação e o toque de Mestre faz-me estremecer. Sou sua, meus desejos são os seus desejos, meu prazer é o seu prazer. Entrego-me aos seus desejos de forma plena, só há verdadeira entrega quando esta é completa. Meu único desejo é ser verdadeiramente sua.

Já na estrada seguimos nossa pequena viagem. O dia estava agradável, o sol já ameno e o perfume do campo era refrescante. Sentia-me totalmente feliz e realizada por estar ali com meu Dono e Senhor. Conversamos sobre várias coisas, a paisagem, algumas notícias, assuntos comuns e amenos…

Sentia-me exaurida, não só pelo cansaço da viagem, mas, principalmente, pela ansiedade do convívio que teríamos e pela tensão de ter meu prazer refreado. Há 10 dias não gozava, não me tocava sensualmente e, até mesmo, evitava tais pensamentos. Afinal, foram as ordens de meu Senhor. Suplício meu, desejo de meu Senhor para que eu me disciplinasse.

Chegamos finalmente ao refúgio. Não há nada mais aconchegante do que estar nos braços daquele que deseja te usar e cuidar. Mesmo quando esses mesmos braços são instrumentos de seu martírio.

Descemos do carro, a guia é pressa a coleira e coloco-me na posição de cadelinha, Mestre me puxa para dentro da casa . Senta-se numa poltrona e acaricio seu pênis com meus lábios, sinto-o enrijecer em minha boca, poderia ficar horas ali satisfazendo Mestre.

Logo recebo a ordem de aguardá-lo para receber a primeira série de spank. O açoite torna-se doce porque dele surge seu prazer, único objetivo do meu servir. Porém, por mais que sinta prazer em servi-lhe, receber tal ordem sempre causa-me aflição, sentimento esse que procuro não deixar transparecer, esforço inútil. Mestre sabe e diverte-se com meu desespero, permaneço de frente para a parede por alguns instantes, que mais parecem uma eternidade, sei que naquele momento está escolhendo o objeto de meu martírio.

Logo descubro da forma que me cabe qual foi sua escolha, sinto as tiras do chicote de couro atingir minhas nádegas. Golpes iniciais brandos que vão num crescente até queimarem minha carne.

A medida que os golpes tornam-se mais fortes, meus gemidos começam a se libertar, procuro manter-me serena, mas o ardor me desespera, resta concentrar-me, esperar até que Mestre tenha seu desejo saciado e agradecer-lhe por ser seu objeto de prazer.

Os golpes cessam. Mestre aproxima-se, acaricia, aperta a carne dolorida, arranca os gemidos que ainda tenho forças para soltar, meu corpo deseja desfalecer, minha alma anseia por ser possuída.

Ouço o ruído já tão conhecido e antes que tenha tempo de qualquer reação, a vara que segundos antes cortava o ar, agora estala em minhas nádegas. Uma, duas, três, muitas vezes. Perco a conta, sinto os vergões altos e doloridos que desenham minhas ancas. Novas carícias, alguns gemidos, muitas lágrimas a escorrer por minha face.

Mestre ordena que fique de quatro. Seu falo quente e úmido penetra, rasga-me a carne. Sinto um filete de sangue a escorrer pela brutalidade que me toma. Mas, nem todo ardor faz-me distanciar da alegria de saber que naquele momento sou simplesmente sua fêmea, sua cadelinha.
Fodida, entregue e feliz, sua.

O líquido quente a escorrer-me por entre as pernas delata o prazer que transborda de meu ser. Minhas costas desenhadas por suas unhas. Gozo, simplesmente gozo, um gozo pleno livre de preconceitos, repleto de prazer. O corpo estremece, tem movimentos involuntários e incontroláveis. Ele não me pertence, meu gozo pertence a Ele, assim como meu corpo e alma.

De joelhos meus lábios voltam a acariciar-lhe, suas mãos me conduzem, ora me fazem sufocar. Minha língua movimenta-se freneticamente em busca do néctar que nasce de seu gozo.

Sinto seu corpo estremecer. Sugo cada gota que brota. Seu sabor invade meu paladar e degusto de seu gozo como um prêmio.

Suas mãos agora não mais conduzem, afagam sua cadelinha que permanece aos seus pés. Seus lábio esboçam um sorriso satisfeito, os meus imitam e os conduzo até seus pés, beijando-o e agradecendo pela honra de servi-lo.

O Fetiche da Enfermeira Tarada

Posted by FredMattos in Comportamento, Sexo on 21-04-2012

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Vem que eu te cuido, meu bebê

Faça um exercício de reflexão sobre filmes pornográficos e fetiches de contos eróticos. A cena é clássica com suas variáveis.

Um homem está numa ocasião comum em casa, ou trabalhando honestamente e de repente ele é assaltado por uma mulher absurdamente gostosa e que se insinua para ele que constrangido a princípio resiste (por meia fração de segundo). Depois ele cede aos encantos daquela voluptuosidade toda, agarra a mulher e segue naquela história que todo mundo conhece, chupa a mulher (bem pouco), ela chupa ele longamente, depois começa a meteção interminável até ele gozar na cara dela.

Mas o ponto não é esse e sim a caracterização das personagens mulheres.

Enfermeiras zelosas, secretárias sérias, donas-de-casa insatisfeitas, governantas atribuladas, empregada inofensiva, madrastas danadinhas e inclusive, pasmem, mamães jovens carentes de sexo.

Como psicólogo provocador eu reduziria todas as imagens anteriores à uma versão mais ou menos diferenciada desta última. Traduzo: em última instância o cara quer ser iniciado pela mãe.

Isso pode soar bem freudiano ou psicanálise barata, mas não precisamos ir muito longe.

A enfermeira cuida do doente, a secretária cuida dos compromissos do chefe, a dona-de-casa cuida do lar, a governanta cuida do patrimonio, a empregada cuida da higiene da casa, enfim, todas cuidadoras que saem do seu papel e atacam sexualmente os homens.

É curioso como isso causa repugnância à princípio, afinal, quem em sã consciência iria querer transar com a mãe?

O ponto que nenhum homem assume é que a mãe, aceite ou não, é a primeira figura do sexo oposto que ele tem acesso corporalmente. Ela cuida e toca aquele lindo bebê com todo o amor e zelo do mundo, e isso é bem erótico, no sentido de eros, prazer sensorial e sensual. A mãe é a primeira mulher que um homem ama e esse registro fica marcado no seu inconsciente por muito tempo como um traço indelével.

O apelo inconsciente incitado na imagem da enfermeira é da mulher que deveria cuidar, mas que vai além do seu papel tradicional. Ela corrompe as convenções e segue no desejo proibido.

Concretamente não quero dizer que no fundo você quer agarrar aquela senhora de meia idade, um pouco acima do peso, na pia da cozinha enquanto ela lava os pratos do jantar de natal. Quero dizer que o apelo inconsciente para muitos dos fetiches masculinos é a querida mamãe, aquela da infância que CUIDA de tudo e que remete à pureza cheia de inocência.

Mulheres, não se ofendam com essa revelação. Homens não se enojem ou lutem com isso, com desejo não precisamos nos debater.

Broxei muita gente? Espero que não… kkkkk

Mas tenho dó do filho da Solange Frazão, isso eu tenho.

 

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